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quinta-feira, 17 de abril de 2014

Um pouco de história... Mulheres tenistas!



Partida de Tênis – Clube Atlético Paulistano, 1918. Fonte: Museu da Imagem e do Som.

Nunca será demasiado encarar a importância do esporte para a mulher. Quanto mais nos aprofundarmos nos estudos tendentes a efetivar a eugenia da raça, nas pesquisas destinadas a solucionar os problemas relativos à saúde humana, a dar ao homem e à mulher o máximo de sua eficiência física para a vida, mais nos compenetramos da importância capital da Educação Física feminina. É mister que nos convençamos da verdade irrefutável desse dogma – a mulher precisa de esporte! Precisamos identificar a mulher com a prática racional dos exercícios físicos, educá-la para uma compreensão elevada dessa forma salutar de atividade que, tanto contribui para a conservação de sua saúde e de sua beleza, para a manutenção de sua mocidade e de sua eficiência (RANGEL SOBRINHO, 1930, p. 21).

#históriadotênis #mulherestenistas #Brasil

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Categoria feminino: resultados da 2ª Etapa do Ranking Interno do Iate Clube de Londrina do dia 15/04!

Resultados 2ª Etapa Torneio Interno Categoria Feminino - 15/04 :

Claudia C. Valdivieso 2x1 Paula Stelmachuk 
Lucilene Furlan 2x1 Alessandra Abreu

Foto: João Lima/Iate Clube

Foto: João Lima/Iate Clube

Foto: João Lima/Iate Clube

Foto: João Lima/Iate Clube

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Mulheres no tênis: valorizadas ou discriminadas?

Por mais que muitas mulheres sejam famosas por serem tenistas extremamente valorizadas e bem-sucedidas, a questão da premiação ainda tem diferenças em relação aos homens

No dia 21 de outubro, saiu um texto no TênisBrasil do blogueiro Chiquinho Leite Moreira, que me chamou a atenção. O texto dizia que as mulheres já estão ganhando mais que os homens em relação às premiações de torneios importantes. Segundo o blogueiro, o que seria uma luta pela igualdade, transformou-se em vitória.

O WTA Championgships que aconteceu no final do mês de outubro, reuniu as oito melhores tenistas da temporada em Istambul. "E para desdenho dos marmanjões que estarão em breve em Londre, para o ATP Finals, a campeã invicta na Turquia irá embolsar um cheque de US$ 2.145 milhões, contra US$ 1.923 milhão de quem vencer de forma invicta na O2Arena", coloca Chiquinho em seu blog.

Ainda de acordo com o especialista em tênis Chiquinho, este fato ainda não é capaz de alterar o ranking de premiação pois este ano, o número um da ATP, Rafael Nadal recebeu só em prêmios US$ 10,8 milhões, enquanto a líder da WTA, Serena Williams faturou US$ 9,9 milhões. Ou seja, "a diferença torna-se ainda mais favorável aos homens se comparados os vice-líderes. Novak Djokovic embolsou até agora em 2013 US$ 8,5 milhões, enquanto Victoria Azarenka US$ 5,8 milhões", afirma.

Ele conta também que o movimento feminino por prêmios iguais no tênis é histórico, com capítulos memoráveis e muitos outros polêmicos. "Porém, jamais poderia se pensar que os ideais de Billie Jean King – a precursora na briga por prêmios iguais – pudesse superar as cifras pagas para os homens", diz.

No entanto, aqui no Paraná, as coisas ainda continuam no passado. A tenista Emi Fonseca, contou pra gente que já chegou a ver torneios nos quais homens da primeira classe chegaram a ganhar R$ 4 mil enquanto a mulher vencedora desta mesma classe levou em torno de R$ 800,00.

Será que esta situação tem previsão de mudanças para as tenistas?

Fonte: Psique de Mulher (www.psiquedemulher.blogspot.com.br)

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

PROFESSOR DE TÊNIS FALA SOBRE O AUMENTO DAS MULHERES NA MODALIDADE E SEUS BENEFÍCIOS; CONFIRA!

Guilherme de Paula é professor na AABB de Londrina
Alona Bondarenko, Ana Ivanovic, Anna Kournikova, Agnieszka Radwanska, Angelique Kerber, Ashley Harkleroad, Elena Dementieva, Gabriela Sabatini, Gisela Dulko, Jelena Dokic, Maria Sharapova, Caroline Wozniacki, Maria Kirilenko, Jennifer Capriati, Agnes Szavay, Anna Chakvetadze, Martina Hingis, Victoria Azarenka e Serena Williams são alguns nomes de mulheres tenistas que fizeram e que fazem história e sucesso no mundo do tênis.

Com isso, é possível perceber um aumento de mulheres procurando pelo esporte. Até mesmo por causa da novela "A Vida da Gente", de 2011, pelo fato da protagonista ter sido uma tenista de grande sucesso. Além das mulheres estarem buscando uma atividade física mais estimulante para praticarem, vamos combinar que as roupas para treinar tênis são bem atraentes!

O professor Guilherme de Paula joga tênis desde os 6 anos. Ama o esporte e seu trabalho. Além disso, relata que não conseguiria viver longe das quadras. Para ele, jogar e trabalhar com o tênis é "Vida!"

Para Guilherme de Paula, da AABB de Londrina, as mulheres têm acompanhado mais os homens nas atividades físicas. "Como, normalmente, o ambiente do tênis é bem familiar, isso atrai as mulheres para a modalidade", diz. Além disso, o professor acredita ser importante saber quais são os objetivos que as mulheres buscam com o tênis.

O professor ressalta que seu método de trabalhar com os atletas é igual para todos os praticantes, homens e mulheres. No entanto, o professor conta que trabalha com diversos estilos de aula. No caso das mulheres, elas costumam buscar, na maioria das vezes, aulas em grupo com o objetivo principal de realizar uma atividade física, por isso, nesta situação, a parte técnica nessas aulas acaba sendo um pouco reduzida. Porém não deixada de lado.

Guilherme joga tênis desde os 6 anos. Ama o esporte e seu trabalho. Além disso, relata que não conseguiria viver longe das quadras. Para ele, jogar e trabalhar com o tênis é "Vida!"

Ele relata que dá aula para muitas alunas, principalmente nas escolinhas. "As meninas estão tomando conta das quadras. Acho que a participação em massas das mulheres no tênis será muito bem vinda, vai deixar o esporte mais bonito e criar um ambiente mais familiar do que já é", afirma.

Em relação a academia que Guilherme dá aulas, as atletas que mais se destacam, segundo ele, são: Luisa Lima Welter, Emi Fonseca e Maria Fernanda Santos. "Ano passado, tivemos também as atletas Paula Pimenta e Amanda Veiga, que foram fazer faculdade nos EUA e jogar o tênis universitário", conta.

Contudo, mesmo com este aumento significativo de mulheres nas quadras, ainda há bastante diferença entre premiações para homens e mulheres em Londrina e região. "Tem sim muita diferença, o tênis feminino vem aumentando. Porém esse aumento começou há poucos anos, sendo assim, até esse crescimento chegar no âmbito competitivo vai demorar um pouco mais", explica o professor Guilherme.

Foto: Divulgação/Guilherme de Paula
Fonte: Psique de Mulher (http://www.psiquedemulher.blogspot.com.br)